Políticos de sorrisos "pepsodent" vivem na ilusão dum universo "matrix"

Recordam-se de ver Tony Blair constantemente a sorrir para as objectivas?
Ou de como George “Dubya” Bush ensaia um certo ar de jovialidade quando aparece em cerimónias públicas e tem de se endereçar às massas?
E de como até o nosso Primeiro-Ministro, Sócrates, “O Corredor”, aqui e ali mostra uma afabilidade que os que lhe são próximos sabem não ter?
Ou, e bem distante na liderança da classificação, como Paulo Portas se esforça para nos mostrar constantemente aquela alva dentadura?

Confesso, antecipadamente, que nunca foi muito de me embalar nesse fervor “sorridístico” (desculpem-me o neologismo, mas foi o que se arranjou) e que, nalguns, aquilo até me soava a falso.

Baixinho, em casa e mesmo assim, pigarreava e pensava que, no caso de Mister Bush (note-se que uso a expressão em sinal de respeito e para o comprovar basta que quem tenha dúvidas consulte um dicionário de Inglês mediano), quando ele põe aquele ar de sorriso a meia haste e os “olhos pisqueiros” está a dar-nos um baile dos antigos…
Cá para mim tenho a firme desconfiança que o homem, entre dois dedos de prosa, deve ir pensando "what a jackass this guy is, fooled him once, and again... motherf@#*...."

Que Paulo Portas, com aquele esgar, fala, fala mas não acreditava em metade do que diz.
E Sócrates igualmente, sendo que neste caso penso que é atraiçoado pelo tom monocórdico que dá aos seus discursos, intervenções ou meras palavras de circunstância.

Soava-me e soa-me a cantada ao povo através da Comunicação Social e tive a confirmação da minha teoria quando vi, incrédulo, Blair, depois de devidamente encaixotado, sair-se com aquelas declarações contra a devassa da dita sobre si.
Eh lá, pensei cá eu… não era este o homem que orquestrava devidamente as próprias férias fazendo constar que estava aqui e ali (e sempre em coisa fina, diga-se de passagem)?

Bom, um estudo efectuado por docentes universitários acaba de vir dar alguma credibilidade às minhas especulações caseiras e puramente amadoras. A generalidade das pessoas não vai muito no embalo dos sorrisos “pepsodent” com que os políticos nos gostam de brindar.

Mas eles devem estar convencidos do contrário, pois continuam todos sorrisos e salamaleques.

Aliás, é quase como se eles vivessem num universo e nós noutro, assim tipo “Matrix” ou algum daqueles universos tão bem retratados por Philip K. Dick.
Não acreditam?
Não? Então o que me dizem a uma das conclusões do estudo efectuado por Ana Belchior, politóloga do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa: “À excepção dos eleitos pelo CDS/PP, os deputados portugueses colocam-se mais à esquerda do que os respectivos eleitorados”?

De acordo com o estudo, os eleitos (neste caso, deputados) tendem a percepcionar “erroneamente uma quase absoluta sobreposição da posição ideológica do eleitorado com a sua própria posição”, ou seja, “não reconhecem a prevalência de um eleitorado essencialmente centrista e ideologicamente menos comprometido”.

É por aqui que se encontram explicações plausíveis para atoardas como a que recentemente Sócrates deixou escapar quando se vangloriou que nunca nas últimas três décadas um Governo fez tanto em matéria de políticas de apoio social como o seu.
Ou então era apenas um “sound byte” daqueles em que a nossa classe política se especializou e que não é para ser levado a sério.

Quiçá seja desta incapacidade de se movimentarem no mesmo universo que as massas que se possa explicar a nem sempre aparente, porque muitas vezes real, insensibilidade ante as ditas minudências do dia-a-dia que são as que verdadeiramente atrapalham o Zé.

Algumas delas espelhadas num artigo de opinião assinado por Ana Benavente na edição de ontem do jornal “Público”.
No dia em que na Rússia de Putin (o camarada com olhos de serpente), o seu artigo podia, pelo menos, mostrar que por cá ainda se pode abrir a boca.
Pelo menos, que se saiba, ainda ninguém teve o destino de Anna Politokovskaia.

Escuso-me a transcrever as inquietações e interrogações da autora, mas aproveito para me valer duma parte do que escreveu para rematar este escrítico (outro neologismo, hoje deu-me para isto): “Sinto-me num país tristonho e cabisbaixo (…). Quanto mais circo, menos pão (…) apetece-me muitas vezes dizer: «Aqui há palhaços.» E os palhaços, somos nós…”

Pese a violência da expressão, às vezes…

35 comentarios:

Shark disse...

Não confio minimamente num indivíduo que está a falar com as pessoas e tem a necessidade de estar constantemente a sorrir ou a procurar evidenciar qualquer característica potencialmente benéfica para o seu discurso.

Mesmo um Chávez ensaia aquilo tudo milimetricamente...
Ainda assim, dos mais conhecidos, Sarko é capaz de ser aquele de ser mais genuínio. Pelo menos nos ataques de cólera.

Bush é Bush e é o homem com quem, mesmo assim, muitos americanos gostariam de ir beber uma cerveja. E aposto uma garrafa em como nem Hillary nem Obama serão eleitos. Ela por ser mulher e por ser a mulher de Clinton. Ele por ser preto.

antonio disse...

Quint se eu foose um desses políticos, só de pensar na quantidade de idiotas que votam em mim, também não parava de sorrir!

Olha, como vai o teu sorriso? Convence?

Cati disse...

Sinceramente há sorrisos que não convencem mesmo. E há uma expressão antiga, brejeira, que diz tudo... por questões de boa educação não vou transcrevê-la, mas digamos que esta diz que quanto mais a pessoa se ri para nós, mais nos está a lixar...

Um beijinho

C Valente disse...

� como os vendedores da banha da cobra " com o devido respeito para com estes", quanto mais nos sorriem , mais nos est�o a lixar. assim foi assim ser�
sauda�es amigas e boa semana

Fragmentos Culturais disse...

Triste sina, sem dúvida, 'Quint'! E não sei quando mudará!

Também, é verdade que o povo não ajuda! Não somos interventivos, disciplinados, metódicos, elucidados, conscientes, enfim... muita coisa que não deixa o país andar para a frente!

E vai daí, um sorriso, chega para adormecer consciências que já andam mal!

Sempre atento e mordaz q.b.!

Sensibilizada pelo olhar amigo poisado em 'fragmentos'!

Lamento ter tardado tanto, mas uma profissão que se tornou 'quase' desinteressante, mas sobretudo 'desencantadora' me impdeiram de vir no tempo certo!

Uma excelente semana!

Hum! Agora têm uma 'blonde with phd'... estou para ver/ler!

Anónimo disse...

mt interessante o blogue. n conhecia.

deixo uma dica de um autor novo que merece ser divulgado:

www.tiagonene.pt.vu

Patsy

Paulo Vilmar disse...

Quintarantino!
Os políticos são uma espécie única, são globalizados, iguais em todas as partes do planeta! Eles e seus sorrisos! Aqui, tanto as câmaras municipais, quanto Assembléias estaduais ou o Congresso Nacional têm suas proprias emissoras de TV, sabe o que mais transmitem? Sorrisos de políticos. As vezes, plenário vazio, mas um está a discursar e, pasmem, discursam sorrindo!
Abraços.

bluegift disse...

É aquele sorriso de vitória tipo "toma lá que já enganei mais um", e os tipos além disso são narcísos.
Não acredito muito nos resultados desse estudo, as pessoas na generalidade gostam de sorrisos, cínicos ou não, e os políticos sabem disso melhor que ninguém.
No Bush, mais impressionante que o sorriso, é o verdadeiro ar de gozo, de desafio, de "eh pá, cá estou eu a fazer mais um bocadinho de teatro". E pouco mais de metade dos americanos gosta...
E mais, somos todos palhaços.

Zé Povinho disse...

Os sorrisos são a fachada de quem nos lixa o mais que pode em favor de quem se sabe.
Liberdade será poder isto mesmo? Talvez, mas repare-se que são sempre os mesmos, ou mais do mesmo que se propõem às eleições, e as escolhas são portanto muito limitadas. Oportunidades para vingarem movimentos de cidadãos, muito poucas, e depois passam pelo crivo dos partidos instalados que imediatamente se apropriam das ideias, reduzindo a cinzas o sonho dos bem intencionados. O jogo está viciado, e não é por acaso que só temos estes partidos e não aparecem outros.
Não sei como dar a volta a isto, pacificamente, se o pessoal ainda acreditar e votar nos que nos são impostos, que são os mesmos de sempre.
Abraço do Zé

SILÊNCIO CULPADO disse...

Bem, eu não quero fazer a apologia do anti-sorriso. Eu gosto das pessoas que sorriem. Por vezes um sorriso faz toda a diferença no nosso dia a dia e na relação com os outros. Prefiro que um político venha a sorrir do que com cara de poucos amigos. Já me chegam os problemas que eles nos arranjam e ainda teriamos que os aturar mal dispostos? Mesmo as pessoas comuns que encontramos no nosso dia a dia, que bom aquelas que sabem sorrir em vez de nos agredirem com palavras quando passamos à frente, sem querer, numa fila qualquer ou quando pensam que, de uma forma ou doutra, estamos a invadir o seu espaço.
O sorriso ajuda-nos a viver. Vale mais que muitas prendas. Pelo menos para mim vale. E pobre mundo este que já nem o sorriso se escapa a agressões e a censuras. O que nós devemos censurar é o que está para além do sorriso.
E quanto ao estudo, acho uma perfeita idiotice e perda de tempo. Estudem, por exemplo, o insucesso escolar, as condições de trabalho, o desemprego, a violência infantil e doméstica em geral, as condições nos hospitais e centros de saúde, os impactos ambientais, as corrupções e os compadrios, etc. MAS POR FAVOR DEIXEM O SORRISO EM PAZ. ELE É TRANSVERSAL A TODOS OS GRUPOS E CLASSES SOCIAIS E A ÚNICA COISA QUE, POR ENQUANTO, NÃO PAGA IMPOSTO.

António de Almeida disse...

-Existe a convicção generalizada, que Portugal ainda é um país, ideológicamente á esquerda. Dispenso-me de enumerar do ponto de vista sociológico as razões, mas apenas recentemente, o espaço político mais á direita conseguiu eleger um presidente da república, ora, isso explica o porquê, ou parte dele, dos políticos se colocarem mais á esquerda do que o seu próprio eleitorado, ainda que depois a sua práctica acabe por resultar mais das suas reais convicções. Em relação a sorrisos, hoje já nem conseguimos saber, quem sorri verdadeiramente, estando ou não a ser sincero, porque todos os comportamentos são ditados pelo teleponto e pelos spindoctors, seja P.Portas, J.Sócrates, de W.Bush nem falo, porque nos EUA a ditadura televisiva é infinitamente pior do que por cá!

adrianeites disse...

como ja disse n vezes os politicos são em regra um produto que nuns casos são mais criteriosos e noutros mais anárquicos... mas não passam disso! Proforma, Standard.. é muita palha que dão a comer ..

NINHO DE CUCO disse...

Todos os políticos têm que obedecer às directrizes dos conselheiros de imagem. Para mim isso não me incomoda.
Relativamente à esquerda e à direita, penso que são conceitos ultrapassados e que não correspondem já aos partidos políticos e suas actuações.
Para mim esquerda, se entendermos esquerda como anti-capital puro, só o PCP. Para mim direita se entendermos direita um estado centralizado e autoritário só os partidos à direita do CDS. O resto é a mesma farinha repartida por sacos de cores diferentes.
Mas se entendermos a esquerda como uma preocupação social ai amigos aonde é que está a esquerda em Portugal? E é talvez essa a justificação para que os deputados do centrão assumam uma posição mais à esquerda do que a assumida pelos seus partidos, quando estão no parlamento.
Claro que me podem dizer que a esquerda é o BE e o PCP. E até são. Mas só porque estes partidos sabem que não vão ser poder e, como tal, não terão que lidar com os orçamentos e com os déficits.
Bom, mas que existe um desnível de tratamento pobre/rico, isso existe e tem que ser combatido. Não quer dizer que a solução seja deitar abaixo o PS ou destruir o centrão ou qualquer outra coisa do género. A intervenção, por exemplo neste espaço, deverá ter, e penso que tem, como objectivo alertar para situações que não estão correctas para que possam ser corrigidas. E, fundamentalmente, fazer com que os visitantes lancem sobre certos temas um olhar atento para não se deixarem enganar pelos sorrisos dos protagonistas das campanhas de comunicação.

Cati disse...

Quintarantino, obrigada pela visitinha ao meu canto... embora não tenha percebido bem o que lá descobriu! (",)
Volte sempre - um beijinho grande!

JOY disse...

Tenho é verdade alguma dificuldade de acreditar numa pessoa que costantemente está sorrir,ningém é assim , um politico que aparece permanentemente a sorrir concerteza tenta esconder alguma coisa ,alguns sorrisos de circunstãncia são tão plásticos que se tornam ridiculos.

JOY

NÓMADA disse...

Acho engraçado este repúdio pelo sorriso dos políticos. É evidente que cheira a cinismo a maior parte dos casos mas gostaria muito que fosse organizado o dia mundial do anti-sorriso e todos os políticos aparecessem na TV com os trombones ao natural. Eheheheheeheheeeee depois é que eu queria ver o post e os comentários. Deixem lá os homens sorrir e as mulheres também. O sorriso ainda não paga imposto. Só quando pagar é que terá que vir em doses mais pequenas. Espero que, tal como aconteceu com o tabaco, o governo não ponha salas nos cafés e restaurantes para quem tem sorriso cinéfilo e para quem não o tem. O sorriso não é transversal a todas as classes. Há os que vão a dentistas top fazer os implantes e há quem nem sequer tenha dinheiro para tratar dos dentes careados e pôr uma simples dentadura, mesmo das mais baratinhas.

Márcio disse...

Não consigo perceber o motivo em torno de tal coisa. E se fosse ao contrário? Se os políticos andassem ao sabor do estado do país? Será que vocês acham por os políticos não têm sentimentos???

Tiago R Cardoso disse...

Todos sabemos que tudo o que é dito, como é dito, todas as expressões e imagem, não passam de aconselhamento de especialistas de marketing.

Como diria o outro tudo se vende, incluindo um politico.

Eu sempre achei que os políticos vivem num mundo fora da realidade, depende de onde vêem esse mundo, uns pintam uns quadros cheios de cores, com muitas alegrias e esperança, outros pintam um quadro muito negro, muitas vezes tão negro que eu chego a pensar que eles acham que Portugal já não existe.

Concordo que muitos partidos se tentem colocar à esquerda, o próprio PSD neste momento tenta-se colocar mais à esquerda que o PS, outros colocam-se tanto mas tanto à esquerda que, se calhar nas próximas eleições desaparecem de "fininho" pela porta esquerda do parlamento.

Miss Vader disse...

O melhor é fazer de conta. Eu gosto de ver na televisão quando eles se zangam.

carlos alberto martins disse...

Mas isto de cuidar a imagem não é só com políticos. O que eu acho é que há quem esteja a perceber mal o sentido da mensagem do post.
Este limita-se a dar conta que as pessoas parecem desconfiar de quem na política anda sempre a sorrir.

Sniqper ® disse...

Eu não posso comentar quando certas pessoas escrevem, estou proibido, mas de qualquer modo...
Deixo o meu sorriso!!!

Daniel J Santos disse...

Evidentemente que quem sorri trás sempre atrás de si alguma coisa, em muitos casos sorriem porque se calhar nem eles acreditam no que dizem, tentam transmitir uma confiança que não têm.

Na politica tudo é "teatro", tudo é ensaiado, as falas a postura, enfim tudo.

Sinceramente não me importava de um que nunca sorrisse, mas que me deixa-se o povo a sorrir com as politicas que executa-se.

Blondewithaphd disse...

I'm gonna be so mean now!!!!! (And a bit morbid too!) Sorry, can't help it!!!!
Crocodiles are always smiling! They smile and smile, such adorable creatures... then they rip your arms and legs off (that if you're lucky enough!) and go on smiling.
The political arena is a circus and so smiling is part of the show. The audiences clap their hands and in the end everybody's happy both left and right of the political spectrum.

GIL disse...

Ninguém gosta de caras de pau. É por isso que os políticos têm que sorrir. O problema é eles não cumprirem o que prometem e virem prometer a sorrir. Pas d´importance. O comunismo de Chavez também não levou a melhor e ele tinha um sorriso sincero. Gozão até dizer chega.Deixemo-nos de infantilidades. Não é a discutir sorrisos dos nossos políticos e dos outros que Portugal anda para a frente. E Portugal precisa de andar para a frente.

FERNANDA & SONETOS disse...

Olá QUINTARANTINO, li , reli e gostei!!!
Beijinhos,
Fernandinha

Sniqper ® disse...

Estas não são palavras minhas, mas serão o que penso? Quem sabe...

O rosto que ri não é o mesmo que chora? A boca que canta e ri não é a mesma que ameaça e insulta, que suspira, que geme e que reza? Os olhos não vêem Deus e o Diabo? As almas não servem a ambos, atraiçoando ambos?

DS disse...

Um sorriso é lindo quando sincero!
Beijinhos!

Compadre Alentejano disse...

Antigamente era só o Albarran que tinha sorriso pepsodent, agora, pelos vistos, todos os políticos têm...
Mas, ainda o mais real e verdadeiro é o AMARELO...
Um abraço
Compadre Alentejano

Carol disse...

Nada tenho contra o sorriso, apesar de não mostrar os dentes a qualquer pessoa. Mas isso também não interessa nada, porque o que está em causa são os sorrisos manhosos, cínicos e maquiavélicos!
E nisso, os políticos são do melhor que há! Conheço um deputado que é um antipático de primeira, bate na mulher e tudo, mas quem o vê na tv...

Pata Negra disse...

Nem eles não são eles próprios nem o povo que os escolhe é ele próprio. A mundo da política é uma espécie de mundo virtual que tem uma dimensão que influencia tragicamente a nossa vida real.
Sócrates transformou-se na personagem-produto mais trágica desta existência nacional.
Gaita! Vai subir outra vez o tabaco e o pão!
Um abraço entre dentes

Peter disse...

O pior é que nem "circo há".

"Fado triste das vielas ..."

Lampejo disse...

Quin,


Políticos!Comédia é bom no cinema,
em filme de suspense também!

Então um ou dois sorrisos lentos,
quase sérios.

(a)braços :)

C Valente disse...

O meu pedido é xtensivo a toda essa maravilhosa equipa
Saudações paera todos

Joshua disse...

Assunto pertinentíssimo: a orquestração da imagem é, efectivamente, o grande Totem dos políticos de plástico dos nossos dias. Mal adivinham que essa era imagética está a chegar ao fim.

Esforçando-se por parecer sem ser não poderão esconder por muito tempo o que são e não parecem.

7 Pecados Mortais disse...

O problema não está no sorrir, mas sim, quem está por traz dele, para mim, essa é que é...abraços