Um sistema quase, quase perfeito...

Hoje fiquei a saber que afinal andava bastante enganado sobre a Educação em Portugal. Sim, tive a grande satisfação de ver a entrevista que a Senhora Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, deu à RTP.

Na entrevista, a Ministra da Educação mostrou-se bastante satisfeita com a nova lei, teve o cuidado de explicar que esta versão final é exactamente igual à sua proposta inicial, que as alterações e recuos não eram da sua responsabilidade mas sim do PS, que o diploma está no Parlamento e lá é que se fazem alterações. Ficou foi por explicar como é que num salto mortal à retaguarda a Senhora Ministra defendeu a segunda versão e agora, dando dois saltos em frente, defende esta terceira versão.

Fiquei também a saber que as escolas vão ter mais “regalias”; a lei que vai ser aprovada é uma lei de princípios, as escolas vão ter depois que a interpretar conforme a sua realidade.
Mais, as escolas terão que passar a ser inspectoras de faltas, ou seja vão ser elas a ter que investigar se as faltas justificada são verdadeiras ou não, quem conhece o sistema de ensino sabe que isso é mesmo possível.

A Senhora Ministra acredita que as escolas têm meios para actuar, acredita que neste sistema quem sabe passa e quem não sabe não passa, acredita ainda que não é preciso chegar ao ponto de expulsar um aluno do ano lectivo por excesso de faltas, porque, segundo ela as medidas, preventivas e de castigo são tão eficazes que esse problema nunca chegará a existir, outra vez, quem conhece o sistema de ensino sabe que isso é mesmo assim.

Já na parte final da entrevista, a Senhora Ministra chegou ao "nirvana" quando veio com a teoria que os professores e concelhos executivos estão de acordo com esta nova lei. Os sindicatos é que têm gosto de andar a chatear, digo eu.

Em forma de despedida e boa noite, se isso fosse possível depois da entrevista, Maria de Lurdes Rodrigues avançou que o sistema de ensino tem vindo a melhorar, as escolas estão melhores, o Português e a Matemática estão muito bons, que o "ranking" das escolas compara o incomparável por isso ele não lhe é relevante. Fiquei maravilhado com tão boas noticias.

Como epilogo, afirmou que a violência nas escolas é insignificante e que existem coisas mais importantes para o Procurador-Geral da República pensar, isto porque, segundo ela, não se deve criminalizar a indisciplina; ou seja, bater num professor, ferindo-o e mandado-o para o hospital, agredir colegas, usar armas brancas e roubar não deve ser considerado crime, presumo que deve ser considerado como actividades escolares.

Após esta esclarecedora entrevista, eu que já fui chamado aqui de ignorante, analfabeto e mais umas coisas que não posso reproduzir, sinto que aprendi muito, fiquei a saber que pelo menos ao nível da Educação, Portugal está num excelente caminho, muito perto de chegar à perfeição.

29 comentarios:

avelaneiraflorida disse...

Recuso-me a ver entrevistas dessa senhora e dos seus acessórios...

Por isso, quando aqui cheguei e li o qu li...estou a pensar seriamente se amanhã devo ou não ir à escola....

O que me prende são os meus besouros que lá ficam à minha espera!!!!!
Não sei se aguentarei muito mais!!!

Carreira disse...

A entrevista foi uma lástima, mas outra coisa não seria de esperar.
A única coisa que aceito é o facto de não podermos comparar os resulatdos das escolas públicas com os das escolas privadas. De afcto são realidades totalmente distintos, mundos quase opostos devido a vários factores.
Eu gostaria de saber o que é necessário para se ser ministro neste país.
Foi uma triste imagem a que a senhora Milu deixou, uma vez mais, ao país.

7 Pecados Mortais disse...

Muito bom. Gostei. Acrescento, será que a Srª Ministra andou na escola? Será que ela tem filhos a estudar? E o melhor foi...sacudir a água do capote! Foi um "Chumbo" total a entrevista! Abraços.

SILÊNCIO CULPADO disse...

Conheci Maria de Lurdes Rodrigues há mais de uma dúzia de anos atrás no ISCTE quando estive a fazer um mestrado. Era uma professora extraordinária, procurando ajudar todos os alunos, preocupando-se com as suas dificuldades, ajudando a resolver os seus problemas. Boa camarada e boa amiga. Uma mulher inteligente, afável e que sabia o que queria.
Não a reconheço nesta pessoa. E desculpem-me os que legitimamente a críticam e estão zangados com ela. Mas eu tenho que dizer o que sinto. E não posso dizer outra coisa.

NÓMADA disse...

Percebo o que diz a Silêncio Culpado. Eu também estudei no ISCTE e Maria de Lurdes Rodrigues era a professora que todos queriam ter. Até me arripio quando vejo chamarem-na de sinistra.
No entanto percebo as razões e críticas que lhe estão a ser feitas e que a educação é uma batata muito quente e as medidas tomadas podem não ser as mais correctas.

NINHO DE CUCO disse...

Não sou professora nem estou ligada ao ensino. Tenho dificuldade em pronunciar-me sobre este tema. Acredito, no entanto, e por aquilo que leio, que a mensagem que se pretende passar não corresponde à realidade.

NINHO DE CUCO disse...

Acrescento: a mensagem do governo do sucesso e das maravilhas. Acredito que os professores se sintam injustiçados e tenham razões para isso.

bluegift disse...

Também tenho uma imagem bastante boa da M.de Lurdes Rodrigues como pessoa bastante competente, mas o poder e o cancro escolar são bichos muito complicados. Pretender que "só passa quem souber" num sistema escolar e população como a nossa, ainda por cima face aos resultados a apresentar à Comissão Europeia, parece-me também demasiado "nirvana". Os professores eram quase obrigados a fazer transitar o aluno sob risco de represálias da parte da Direcção e do Ministério. Se o panorama mudou, vamos esperar pelos resultados.
A popularização do ensino é um direito transformado em obrigação, e com efeitos de tal forma preversos que dificilmente chegaremos ao nirvana da senhora ministra.

sniqper ® disse...

Caro Tiago
Falar de Ministros em Portugal é dar com a cabeça na parede, são tão competentes como a dor de tal acto, ficamos com uma dor desnecessária e uns quanto galos, que nem um arrozito podemos fazer para aproveitar o nosso trabalho cabeçal.
Se essa Sra. Ministra estivesse faz 18 anos a morar em frente de uma escola, talvez tivesse um conhecimento mais profundo do sistema, em relação ao comportamento de certos alunos e professores, mas enfim.
Portugal é igual a quem o governa, mas não somos isentos de culpa, porque existem três classes neste país, os governantes, a maioria e a minoria.
Quanto aos governantes é assunto arrumado, já vimos que chegue, desde a revolução que ainda não sairam da confusão, uma boa forma de serem necessários, porque estabilidade significa menos mudanças e, como tal deixaria de existir a tão conveniente troca de lugares, que é uma excelente forma rentável, e simples de realizar, é só destabilizar, acusar e depois aplicar ...agora saio eu e vens tu, isso não lhes interessa, claro, lá ia o mealheiro para o chão, o porquinho dos euros.
Depois temos as ditas classes da Maioria e da Minoria, essas que somos nós, os portugueses, e meu caro amigo, desculpa, mas raios partam os gajos da maioria, burros que nem portas continuam sem nada fazer, penalizando a minoria que os vai abanando sob diversas formas, ficando cansada e dia menos dia com vontade de desistir.
Será que essa gentinha, os da maioria vivem noutro Portugal que não o meu, tenho a sensação que sim, ou então andam a tentar chegar ao patamar superior, governar.

Joshua disse...

Quem ouviu ontem com atenção a Ministra da Educação
não encontrou o discurso do desgaste desprezivo da figura do professor
ou o discurso de maldição desvalorante do professor
enquanto tipicamente irresponsável e tipicamente em fuga da sua missão na Escola,
praticado por si e pela sua equipa ao longo de mais de dois anos,
publicitado por si e pela sua equipa ao longo de mais de dois anos
com os respectivos dividendos caucionadores na chamada Opinião Pública
ou Opinião de Rua, instintiva, reactiva, superficial.
lkj
Quem a ouviu ontem, encontrou um pensamento orgânico,
de missão quase cumprida
quanto às chamadas reformas dentro do Ensino em Portugal,
onde boa gestão e rigor pareciam ser legítimas metas.
Agora, segundo ela, tudo está tudo no seu devido sítio:
os professores estão nas escolas,
os alunos estão nas escolas e crescem como cogumelos,
e mesmo a Escola também está na Escola após mais de trinta anos em Marte.
Fará parte, talvez, da sua estratégia ter sido na primeira metade do mandato
implacável, conflituosa, fracturante, para emagrecer a bem ou a mal o Sistema,
e na outra benevolente, humanística e até estimulante da missão docente?
Cruz credo!
Certo é que certas entrevistas, onde se sorri mais
e se tem mais paciência perante perguntas incómodas,
onde se argumenta afiadamente em autodefesa encomiástica,
lavam mais branco. A Judite nem chega a arranhar, perguntando,
um quinto do historial perturbador subjacente a tal percurso.
Empalideci quando a Ministra verberou o autoritarismo
face à normalidade de quaisquer rectificações e intervenções
na Lei por parte da respectiva Comissão de Acompanhamento
do seu grupo parlamentar. Está tudo previsto e tudo sob controlo.
lkj
Considero o Estatuto do Aluno uma coisa por testar,
mas de duvidosa eficácia porque não replica os modelos de responsabilização
plenos a que qualquer profissional se submete
ou lerpa. Os docentes viram decrescer a sua margem de tolerância no plano das faltas
para o bem e para o mal. A mesma intolerância deveria ser então transversal.
Houve outros momentos em que Maria de Lurdes
foi mais acintosa e politicamente ainda mais autista que nesta questão
adressando elefantinamente o Estatuto do Docente enquanto loja de porcelana
e sem quaisquer consequências.
Não me alegraria, portanto, que se demitisse agora
quando já padeci de mais e estou morto de mais,
soterrado nesta Carreira Docente, depois de um ano terrível
a gerir todas as contradições desniveladas do Estatuto do Aluno
em face do meu estatuto igual-a-zero-de-Professor
e o de muitos colegas
legitimamente desmoralizados de um desânimo estrutural e conjuntural:
a polícia deveria poder intervir de imediato numa sala de aula
onde a figura do professor é ostensivamente esmigalhada.
Mas também deveria intervir numa Escola onde se perde
mais tempo a discutir a Lei e as medidas de salvaguarda dos professores,
a tremer de terror ante a infinita força conspirativa do Ministério e dos Pais,
esse verdadeiro lóbi-tenaz altamente condicionador da acção docente,
que a considerar efectivamente os alunos por si mesmos.
Se a polícia viesse, deveria levar esses docentes para uma sessão de tranquilização
medicamentosa numa cela terapêutica qualquer,
apenas para protegê-los e dar-lhes razão
porque as suas paranóias não vieram do nada.
lkj
No que diz respeito às alterações ao chamado Estatuto do Aluno,
só me vinha à mente a ideia de que não há ninguém que force,
não há castigo que resolva um aluno abSentista
(não abzentista, como diz a Ministra),
não há prova a que um aluno assim se submeta ou que seja vista por ele como castigo.
Eu vi alunos faltosos deixarem em branco Provas abaixo das suas capacidades cognitivas
não apenas porque não sabiam, mas sobretudo porque não queriam saber.
Um aluno faltoso é um aluno em rebelião com as regras,
em rebelião com os convencionalismos,
em rebelião com os paternalismos,
em rebelião com os conteúdos,
em rebelião com os professores,
em descrença completa e quase irremediável da Escola e de tudo
e faltar é mais forte do que ele, além de ser uma mensagem provocadora à Sociedade.
lkj
Alunos assim, como os que conheci e me adoeceram de morte,
estão para além dos Regulamentos Internos:
precisam imediatamente de uma Junta Médica
com uma task-force de bons Psicólogos,
não das tretas duvidosas que se pretendem legislar.

quintarantino disse...

Não conheço pessoalmente Maria de Lurdes Rodrigues, mas o que ouvi falar de si e do que lhe conheço em termos teóricos reconheço-lhe méritos e competências.
Penso que terá claudicado aquando da escolha (terá sido) dos seus mais directos colaboradores e que, após um início que se augurava bom, terá sido submergida ou deixou-se submergir pela poderosa máquina de contrapoder existente na 5 de Outubro.
A famosa máquina dos erros nos exames, das colocações anómalas, das teorias da retenção e da progressão, da escola inclusiva e quejandos.
Não vi a entrevista (já dei para esses peditórios), por isso nessa parte não me proncuncio.
Pronuncio-me, isso sim, sobre a questão polémica do Estatuto do Aluno.
O Governo apresenta uma proposta à Assembleia da República, o grupo par(a)lamentar da maioria subverte aquilo tudo, enfiando-lhe lá com as tais teorias da inclusão e da não retenção, o Governo vê-se obrigado a mandar repor o mínimo dos mínimos da sua proposta e a culpa é só da Ministra da Educação, como queria Paulo Portas?
E cavalgar essa onda para quê?
Mais importante que tudo isso, é discutir mesmo o estatuto do aluno, fixar-lhe claramente objectivos e regras. Bem, já agora, e porque penso não ser pedir demais, alguns direitos.

adrianeites disse...

a silêncio culpado esqueceu-se que a entrevista dela foi na qualidade de ministra da educação... ela até pode ser a melhor docente do mundo e arredores... e até pode ser uma pessoa de um trato impecavel e outras coisas e tal... agora como ministra da educação precisa de apontar melhor a arma porque esta cosntantemente a acertar nos próprios pés....

lurainbow disse...

Ora aqu ficam as minhas ...
Parece que no nosso Portugal para ser-mos gente temos que ser gentinha mesmo .
Ou melhor para ser-mos tratados como pseudo gente temos que tentar ou fingir ser ignorantes pois se mostrar-mos o contrario ...
Enfim Amei passar por AQUI
Um Abraço

Blondwithaphd disse...

Oh well, that's why we have students writing "sequesso"! And I'm abslolutely, 100% sure no one knows what such marvellous word means!! I rephrase: I'm pretty damm sure not even our enlightened Minister knows what on Earth that means!

quintarantino disse...

Could you enlighten us, please?

C Valente disse...

Para que lado sopra o vento, assim anda estes governantes agarrados ao que dizem não estar
saudações amigas

António de Almeida disse...

-Começo por dizer que não vi a entrevista de tão ignorante sra, até porque tinha mais que fazer, então desloquei-me ao Casino de Lisboa ver o espectaculo Monty Python, que incluia situações bem mais inteligentes, do que as que esta sra costuma protagonizar. Podem continuar a enterrar a cabeça na areia em relação á educação, que tal como a economia estamos a formar apenas 2 classes, os muito bons, normalmente oriundos do ensino privado no secundário, curioso que depois no superior utilizam o público, e os maus, oriundos do público que mais tarde passam ao privado. Não dará que pensar porquê? Se olharmos os quadros das grandes empresas, políticos, acima de 40 anos neste país, são quase todos oriundos do público, então o que terá mudado? O privado já existia, terá melhorado um pouco, já era rigoroso, mantém-se, o público, esse entrou na bandalheira, faltas, agressões a professores, violência, droga nas escolas, factores que levaram os pais que têm posses para tal a retirar de lá os filhos, a culpa não é desses pais, e sim da escola que não dá garantias de segurança e efectiva aprendizagem, por outro lado, alunos médios deixaram de ter com quem competir, tem-se nivelado por baixo, são mais os maus do que os bons alunos, e o ME vai facilitando em lugar de introduzir rigor no sistema. Os professores são os menos culpados, até porque depois, surgem exemplos de escolas públicas, eventualmente localizadas em zonas não problemáticas, a competirem nos rankings com as privadas, então? Têm os mesmos professores, os mesmos programas, o que difere? Os alunos e o meio sócio-económico! Quando eu era adolescente jogava á bola na rua, algum pai hoje deixa o filho fazer tal? Nem pensar, roubos, pedofilia, droga, alteraram toda uma sociedade, apenas a escola não se adaptou, quem tendo poder económico para evitar problemas, nem hesita, bye, bye, voltando no superior quando já não existe este tipo de problemas.

Alma Nova disse...

Tiago
começo por dizer que não vi a entrevista com essa Senhora, primeiro porque, como "má profissional", tinha "trabalhos de casa" para fazer e segundo, porque simplesmente me recuso a ouvir mais mentiras como as que até aqui tenho ouvido e presenciado.
Sobre o tema "alunos, escolas e professores", apenas convidava alguns desses e dessas "iluminados" que pensam que nos governam a permanecer durante alguns dias, na condição de anónimos, nalgumas das escolas portuguesas, mas dessas onde se observam as realidades de vida de uma larga maioria da população. Talvez quem sabe poderiam fazer uma ideia mais concreta e objectiva do assunto sobre o qual falam e legislam sem saber o que estão a fazer...

R@Ser disse...

T,

Tô Chocada...Mas que FDP é essa ministra hein!!

Bjim

Blondwithaphd disse...

My dear,
"Sequesso" is the three-syllable word: "Sé-que-sso" or our very own SEXO!

Compadre Alentejano disse...

Portugal afunda-se cada vez mais no campo da Educação. Esta equipa que lá está vai ser o carrasco do pouco que havia de bom.
Um requiem pela sua alma.

Compadre Alentejano

antonio disse...

A Ministra é uma pessoa tranquila e incompreendida. A participação dos alunos é fundamental. Hoje num mundo dos vídeo-jogos exige-se alguma interactividade. Os professores é que passam logo a queixar-se a falar em direitos adquiridos... uns sopapos no momento certo é interactividade, são os alunos a pretenderem envolver o professor na sua realidade, como se fosse um vídeo-jogo. O bom professor é aquele que tenta chegar ao nível seguinte.

Fernanda e Poemas disse...

Parabéns meu querido Tiago.
Belo texto.
Adorei!
Amigo grata pelas tuas visitas aos meus cantinhos.
Tenho o mesmo amor e carinho pelos meus 4 bébés!
Amigo muitos beijinhos!
Fernandinha

SILÊNCIO CULPADO disse...

Adrianeites
Notas Soltas é para mim um espaço especial pelo qual passo todos os dias. E todos os dias comento com o que sei e penso. Porém, neste caso, que até não é da minha especialidade nem dos meus conhecimentos, está em causa uma pessoa com quem tive as melhores relações de cordialidade e que respeito muito sinceramente. Sentia-me uma sacana se, escondida atrás do anonimato, a fosse criticar seja em que qualidade for.

O Guardião disse...

Esta ministra é um caso sério! Será que a senhora anda a comer uns cogumelos manhosos sem saber? É que ela é mesmo a única que vê o que mais ninguém enxerga.
Cumps

sniqper ® disse...

Realmente...
Vejo por aqui cada uma que é melhor que a seguinte, então meu amigo ainda vive na Terra Do Nunca...António disse...
A Ministra é uma pessoa tranquila e incompreendida.

Vai demorar isso hein, wake up man,senão um dia destes...izetulaite!!!

adrianeites disse...

Silencio culpado:

Volto a repetir....não ponho em causa a pessoa... não conheço até pode ser a melhor pessoa do mundo...

como ministra da educação é seguramente, pelo menos na minha opinião, péssima!

enfim..bom fim de semana!

Fragmentos Culturais disse...

Vim deixar meus votos de bom fim-de-semana a Tiago, Quintarantino e Silêncio Culpado!

Quanto a assuntos de Sra. Ministra... não me encontro em condições de poder comentar!

Um sereno abraço de agradecimento pela amizade que me têm dedicado

Mestre disse...

Um sistema quase perfeito para uma ministra perfeita(mente) por fora do contexto real da educação em Portugal, aliás, saberá realmente a nossa ministra o que é o ensino em Portugal?
Um abraço